Programa de bolsas do Google dobra premiação para pesquisadores universitários

Pela segunda vez, o Programa de Bolsas de Pesquisa para a América Latina dará prêmios para os pesquisadores selecionados através de seleção interna. Este ano a empresa dobrou o valor de financiamento, que era de 300 mil dólares.

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Ministério da Educação quer atrair estudantes com clone do Netflix

O nome é horrível, mas a iniciativa é boa. O Ministério da Educação (MEC) anunciou no dia 6 de Abril uma plataforma online de estudo para o próximo Exame Nacional do Ensino Médio, o ENEM. Parte da plataforma é um serviço de vídeos que deve estrear no final do mês de Abril.

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Incrível: Programando em alto nível com emoticons

Se você está acostumado a mandar milhões de mensagens por dia cheias de emoticons, aquelas carinhas e ícones, muitas vezes toscos, que descrevem situações, locais, sentimentos e outras coisas que são difíceis de dizer com palavras. Prepare-se. Você pode ser um desenvolvedor super eficiente e não sabe. Quiçá desenvolver em grupo pelo Whatsapp ou Facebook Messenger (Pair programming eh?).

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Aplicativo educacional ABC Autismo tem quase 40 mil downloads

Com quase 40 mil downloads registrados, o aplicativo ABC Autismo auxilia muitas crianças e adolescentes autistas com dificuldade no processo de aprendizagem. A ferramenta desenvolvida por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).

O aplicativo adota as premissas do programa Tratamento e Educação para Autistas e Crianças com Déficits relacionados com a Comunicação (Teacch), criado em 1964, na Universidade da Carolina do Norte (EUA), por ele ser um programa mundialmente utilizado para auxiliar no processo de alfabetização de crianças com o transtorno de desenvolvimento.

Coordenadora do projeto que desenvolveu o aplicativo, Mônica Ximenes explicou que a estrutura do ABC Autismo é baseada em quatro níveis de dificuldade, assim como o programa Teacch. “Os dois primeiros níveis são com habilidades concretas, mas como a gente não podia transpor essas atividades concretas para um aplicativo, a gente pegou atividades dos níveis 3 e 4 do Teacch e transformou em quatro níveis de complexidade no aplicativo.”

No jogo, nos dois primeiros níveis a criança aprende habilidades como transposição e discriminação. A partir do terceiro nível, as atividades ficam mais complexas, exigindo um maior raciocínio por parte do usuário. O quarto e último nível do aplicativo, que está de acordo com o quarto nível do Teacch, aborda a questão do letramento, no qual é ensinado a repartição de sílabas, conhecimento de vogais e formação de palavras.

Mônica relatou que o Teacch trabalha com um ensino estruturado, com aprendizagem mediante sinalização visual.

“Quando a criança olha para a tarefa, a própria atividade já indica o que precisa ser feito. Então, isso traz uma autonomia e uma independência para a criança, porque ela não precisa de ajuda para entender a proposta da tarefa, o que ajuda a evitar distrações. A porta de entrada de aprendizagem do autista é visual, por isso ele precisa de estruturas de aprendizagem apoiadas no modelo visual.”

O aplicativo foi testado na Associação de Amigos Autistas de Alagoas e teve um bom resultado por causa da aceitação dos jovens. Mônica diz que a validação científica será feita com a tese de mestrado de um participante do projeto.

“A ideia é verificar se a ferramenta proporciona uma aceleração do aprendizado de algumas habilidades.”

De acordo com a neuropediatra Carla Gikovate, o aprendizado de português de crianças autistas é bem diferenciado, porque há diferentes tipos de dificuldades para crianças autistas para aprender português.

“Tem crianças que não alfabetizam porque não conseguem prestar atenção nas letras, outras podem ter dificuldade em memorizar o que aprenderam, outras podem ter dificuldades de grafismo ao fazer a forma das letras. Cada tipo de dificuldade pressupõe uma intervenção diferente.”

Heitor, de 3 anos, diagnosticado com autismo em junho de 2014, é um dos usuários ativos do jogo. A mãe do menino, Tatiane Regina da Paz, diz que o ABC Autismo ajudou o filho, por exemplo, a ter coordenação para encaixar objetos. “Foi uma grande ajuda, tanto que serve para ele desestressar, além de ser educativo. O aplicativo ajuda muito para prender a atenção dele, ele ficar parado e concentrado por um período razoável.”

Com grau de comprometimento significativo de autismo, os gêmeos Gustavo e Cristiano, de 20 anos, que não foram alfabetizados, dominam as fases apresentadas no jogo. Segundo a mãe, Maria Helena de Azeredo Roscoe, devido à boa interface da ferramenta, os dois conseguem abrir o game espontaneamente e jogá-lo com bastante autonomia.

“Para eles, utilizar o aplicativo é prazeroso porque facilita a compreensão e eles acabam aprendendo coisas de uma forma que, para eles, é mais fácil. O aplicativo desperta o interesse, facilita o aprendizado, tudo com uma certa autonomia.”

Maria Helena, que também é diretora-técnica da Associação Brasileira de Autismo, disse que o aplicativo precisaria ter outros níveis de dificuldade. “Para uma aprendizagem mais sólida, eu acho que teria que ter mais conteúdo nesse mesmo formato do aplicativo. Eu acho que tem chance de melhorar mais a aprendizagem de português se forem introduzidos mais módulos no jogo, com graus de dificuldade maiores”, avaliou.

O autismo é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com transtornos do espectro autista partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes. Assim, essas diferenças podem existir desde o nascimento e serem óbvias para todos; ou podem ser mais sutis e tornarem-se mais visíveis ao longo do desenvolvimento.

 

Fonte: Agência Brasil/EBC
Edição: Fábio Massalli

Aprenda a programar em Java para dominar o Android

Quem  quer aprender a desenvolver aplicativos para a plataforma Android, pode começar aprendendo a programar na linguagem Java. Lembrando que o popular sistema operacional de dispositivos móveis em breve será o sistema de notebooks de baixo custo porque a plataforma se fundirá com o Chrome OS. Como a Codecademy sabe da popularidade da linguagem, lançou esta semana um curso de introdução a linguagem.

Se a curiosidade lhe bater a porta, saiba que a escolha pelo Java não foi algo sem sentido. Precisavam de uma linguagem conhecida e capaz de rodar em diferentes versões de hardware. É claro que o Google foi otimizando e criou seus próprios métodos. Hoje inclusive é difícil dizer que a linguagem é a mesma que a Oracle distribui por aí (a Oracle tem um processo contra o Google). Vale dizer que é possível programar em outras linguagens para a plataforma mobile.

Deixe a preguiça de lado e comece a escovar os bits em: https://www.codecademy.com/pt/courses/learn-java

Ajude a ensinar crianças a programar

Por que investir em treinamento de programação para crianças? Existem várias formas de diferenciar uma nação de outra, mas sem dúvidas estamos na lanterna quando o assunto é educação digital. Países mais desenvolvidos tem programas governamentais para ensinar programação as crianças. Não é só uma questão de desenvolver uma habilidade para que no futuro elas possam ter um emprego e uma vida financeiramente estável. Trata-se de uma iniciativa que abre um leque de novas possibilidades, das mais variadas. Ensinar crianças a pensar com raciocínio lógico, a racionar antes de desenvolver um problema, entender suas limitações, estimular a sua capacidade cognitiva, espacial e até criativa. É o mundo que vivemos. Analítico e cheio de desafios.

Entendida a necessidade é hora de sair do conforto da sua cadeira e fazer algo. Pelo menos esta é a bela iniciativa do grupo Code Club Brasil. Nas palavras deles: O Code Club é uma rede mundial de atividades extra-curriculares gratuitas, completamente gerenciada por voluntários, com o objetivo de ensinar programação de computadores às crianças.

code club brasil

Eles estão com um projeto interessantíssimo, mas precisam de recursos para se oficializarem como ONG. Os benefícios são os mais diversos. Dentre eles a capacidade de receber doações de empresas. Se você é programador e quer um futuro melhor para nossas crianças, colabore com o projeto no site Benfeitoria. As doações vão de 25 a 3000 reais e eles fornecem diversos prêmios.

Confira também o vídeo do projeto:

 

Vale mencionar que usam a linguagem Scratch como base para as aulas. O pessoal traduziu bastante coisa do material oficial.

Codeacademy anuncia competição Summer of Code

A escola de programação online Code Academy lançou um desafio para seu projeto de site sair do papel e alcançar multidões. É o Codeacademy Summer of Code.

A regra para quem quer ver seu projeto brilhando é ter cursado os cursos HTML/CSS, Make a website e Make a Interactive Website. Depois destes cursos você deve criar um projeto de um site e hospedá-lo no Codepen.

Para entrar na competição, você deve ainda listar seu projeto em uma thread no Reddit até dia 30 deste mês. Até o dia 7 do mês seguinte sai o resultado. Os competidores estão se comunicando pelo Twitter ou Reddit com a hashtag #CCSummerOfCode.

Linux Foundation traduz curso básico de administração de sistemas

 

A Linux Foundation traduziu para o português o curso de treinamento LFS201 Essentials of System Administration. O curso é um preparatório para a certificação Linux Foundation Certified System Administrator (LFCS), que também está disponível em nosso idioma. O curso ensina os comandos e operações mais básicas para atuar como um administrador de sistema. E tudo aprendido é válido para as distribuições GNU/Linux RedHat, SUSE e Ubuntu.

O curso está com preço promocional de 149 dólares até o final de Agosto. Quem se inscrever pode acessar o material por um ano, ou seja, acaba sendo um bom material de referência para quem está começando. Veja o site oficial.

#Linux #Treinamento

Como mergulhar no aprendizado da linguagem de programação C++

Poder ler uma explicação de um dos criadores de uma das mais importantes linguagens de programação é realmente um privilégio. O cientista da computação Bjarne Stroustrup, quem desenhou e implementou o C++, falou sobre seus livros na rede social Quora.

O tostão de seu tempo foi direcionado para quem quer aprender a dominar a linguagem. Ele separou da seguinte forma:

“Programming – Principles and Pratice Using C++” – É uma introdução a linguagem, para quem nunca programou. É útil também para quem já programa e quer melhorar sua técnica. Já foi utilizado e é recomendado para uso universitário.

“The C++ Programming Language (Fourth Edition)” – Um livro para quem quer aprender o padrão ISO C++. A quarta edição inclui todas as modificações nas bibliotecas padrão e técnicas de programação concorrente. O prefácio e os exercícios estão online, na forma expandida (mais detalhes do que no livro).

“A Tour of C++” – É um guia para programadores experientes. Aborda as bibliotecas padrão em um nível profundo, em 180 páginas.

Um outro desenvolvedor, deu uma dica valiosa. Existe um livro chamado “C++ Primer, Fifth Edition”, dos autores Stanley B. Lippman, Josée Lajoie e Barbara Moo, que aborda o padrão C++ 11. É uma boa dica para aprofundar o conhecimento sobre a linguagem. Os exercícios do livro estão resolvidos no Github.